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Crise no autismo: como funcionários de condomínio podem agir com segurança.

Por

Carlos Campos

20 de outubro de 2026

2 min de leitura

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Crise no autismo: como funcionários de condomínio podem agir com segurança.

Uma crise de uma pessoa autista na portaria, no elevador ou na área comum pode gerar insegurança em quem está por perto. O e-book “Segurança em Crises no TEA”, do professor Azevedo Jr., explica que a crise não é birra nem desobediência. Ela acontece quando a pessoa fica sobrecarregada e perde a capacidade de se regular, muitas vezes por excesso de barulho, luz, pessoas ou mudanças inesperadas.

 

Segundo o material, a crise quase sempre dá sinais antes de chegar ao pico: movimentos repetitivos mais intensos, voz mais alta, corpo rígido, tentativa de sair do ambiente ou incômodo com sons e com a aproximação de outras pessoas. Perceber esses sinais cedo é a melhor forma de evitar que a situação piore.

 

Como reagir:

  • Cuide do ambiente primeiro: afaste curiosos, diminua barulhos e estímulos.
  • Fale pouco, com calma e frases curtas. Evite dar ordens, dar bronca ou fazer muitas perguntas.
  • Evite tocar a pessoa sem necessidade e respeite o tempo dela.
  • Contenção física não é o procedimento padrão. Ela só é admitida em caso de risco real e imediato, quando não houver alternativa, e deve ser a mínima necessária.
  • Depois da crise, não relembre o episódio nem tente corrigir comportamentos na hora. Ofereça um espaço tranquilo e comunique o ocorrido ao responsável.
  • Em caso de risco à vida, ligue para o SAMU (192) ou os Bombeiros (193).

 

O Projeto Inclusão Condominial está à disposição de síndicos, administradoras e condomínios que queiram orientar e capacitar suas equipes sobre o tema. Contato: [CLIQUE AQUI]

 

📄 Baixe o Segurança em crises no TEA – Prof Azevedo JR 

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